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29
jul

de punheteiro a amante da mãe

Postado por Coroas Caseiras
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contos eróticos

de punheteiro a amante da mãe

O Rei da Punheta Aos quatorze anos, eu era o cara mais popular da minha turma. Bom de papo, alegre, simpaticão. Não dava muita colher de chá para as meninas da rua, coisa que marcava muito ponto a meu favor. Mas eu acho que o fator determinante era minha habilidade na masturbação. Atrás do meu prédio havia um terreno abandonado com um barraco. Todo dia, lá pelas quatro da tarde, a gente se reunia para a \”sessão\”. Todo mundo de calça arriada, a primeira prova era ver quem gozava mais rápido. Quase sempre eu ganhava. Aí, a gente ficava olhando revistas de sacanagem até todo mundo querer partir para a segunda punheta. Era o teste mais importante e que eu nunca perdia: quem esporrava mais longe. Eu era muito bom mesmo e isso me conferia uma condição de lider da turma, apesar de haver garotos de até dezesseis anos e com pau maior que o meu. Um belo dia, no meio da \”sessão\”, apareceu um cara com um baita facão perguntando que é que a gente estava fazendo no terreno dele.

Eu nunca pensei que fosse possivel levantar as calças e sair correndo em tão pouco tempo. Num piscar de olhos, estava todo mundo pulando o muro e dando uma banana pro cara. Só eu não dei a banana. Na hora de pular do muro, caí de mau jeito e me apoiei com as duas mãos para não enfiar a cara no chão. Na hora, senti uma dorzinha nos pulsos, não dei importância. Uma hora depois, eu estava chorando de dor. Minha mãe me levou ao ortopedista. Diagnóstico: entorse nos dois pulsos; tratamento: Baralgin, anti-inflamatório e imobilização por quinze dias! Gesso, meu irmão, gesso! Dos dedos até antes do cotevelo, tudo imobilizado! Só dava pra dobrar o braço! Para me ajudar a fazer algumas coisas, o troglodita fez uma espécie de gancho de metal embutido no gesso, na ponta de cada mão. Isso me permitia puxar coisas que tivessem alça ou algum tipo de pega. Conforme eu veria mais tarde, esse ganchinho era mais útil do que parecia. Era só uma questão de treino… Na volta para casa é que eu comecei a me tocar: como é que eu ia trocar de roupa, escovar os dentes? E na hora de fazer cocô, como ia me limpar? E… pior de tudo: a punheta! Quinze dias sem uma punheta? Vai sair requeijão… Mamãe me deu o jantar na boca, escovou meus dentes. Aí, eu disse que queria fazer xixi. Ela ia chamar meu pai, mas mudou de ideia. Baixou meu short e pegou o peru. Ao mesmo tempo que eu mijava, o pau endurecia. Ela olhou para mim muito séria e me mandou sentar no vaso. Quando acabei, ela disse: — Agora fica em pé e vê se consegue levantar o short com os ganchinhos. Não foi fácil, mas consegui. — Viu? agora é uma questão de treino. Quando voce quiser fazer xixi, já sabe… — E de noite, mãe, se der vontade? — Olha, com esse calor, voce pode dormir nu. É só levantar e sentar no vaso. — É… Acordei no meio da noite. O pau doía de tão duro. Tinha de dar um jeito! Pensei em montar no travesseiro, mas e a sujeira? Afinal, eu era o campeão da gozada longa… Levantei e fui ao banheiro. Sentei no vaso. Consegui tirar um bocado de papel higiênico e empurrrei para cima da cabeça do pau, que apontava para o teto. \”Vamos ver se a força da mente funciona\”. Comecei a pensar nelas. A Tiazinha… agora a Vera Fisher tá me lambendo… e a… fui desfilando todas as mulheres que eu considerava \”um tesão\”, mas o peru só fazia doer, gozar que é bom, nada. Aí, lembrei da hora que eu estava querendo mijar e mamãe tentou me ajudar. \”Tira isso da cabeça, sem-vergonha, ela é tua mãe\”. Mas não adiantou. Não tinha jeito, tinha de ser mamãe. Comecei a imaginar \”se ela não me mandasse sentar, se continuasse e me segurar. Aí ela ia ver o meu tesão e fazia um carinho pra eu gozar… sim, um carinho, um carinho…\” Gozei! gozei sem usar as mãos! ninguém vai acreditar, que se danem, eu sei que é verdade, eu consegui gozar sem encostar a mão no peru! Dormi como um anjo, até horas. Saí da cama, consegui vestir o short com ajuda dos ganchinhos e encontrei mamãe na cozinha. Papai já tinha ido trabalhar há muito tempo. — Oi, filho, como é que voce está se sentindo? Passou a dor? Dormiu bem? — Tudo bem, mãe. Não está mais doendo, é só frustração de não poder pegar as coisas. Estou doido pra escovar os dentes… — Vamos lá, eu escovo pra voce. — … e tomar um banho… Silêncio. Ela olhou pra mim, eu desviei o olhar. Mas que é que eu posso fazer? Não posso passar um dia sem banho, que dirá duas semanas. — Olha, mãe, voce abre o chuveiro, eu entro e me molho. Tomo cuidado pra não cair água no gesso. — E como é que voce vai se ensaboar? — Acho que vai ter de ser sem sabão… — E amanhã voce já está fedendo mais que cachorro de rua. Vamos lá, eu te ensabôo. Comecei a pensar num monte de coisa ruim. Não podia ficar de pau duro, eu ia morrer de vergonha… Ela escovou meus dentes, arriou meu short e tirou o vestido. Ficou só de calcinha e soutien. Eu fiquei olhando para ela. Pela primeira vez na vida, eu a vi como mulher. Quase da minha altura, o rosto bonito, sem aparentar os quarenta anos que tinha, cabelos escuros bem curtos. Tantas vezes eu a vi de biquini na praia e nunca tinha reparado no seu corpo! A primeira impressão de quem a via é que ela era magra. Mas não mesmo! Era esbelta, mas carnuda. Não tinha cinturinha de moça, mas seu corpo era muito bem feito, coxas cheias. Os seios um pouco pequenos para sua altura. \”Será que são durinhos?\”, pensei. . Pena que a calcinha dela não era tanga, nem era transparente. Não dava pra ver muita coisa, mas eu comecei a me sentir esquisito. — Vamos lá, estica os braços acima da cabeça para não molhar o gesso. Acho melhor usar a duchinha, é menos perigoso. Fecha os olhos, deixa ensaboar a cabeça… isso, vou enxaguar… agora o pescoço… …o peito… a barriga… …mmm… menino, como voce cresceu! Porque é que voce está assim? eu sou sua mãe… bom, vou ensaboar assim mesmo, não posso passar o dia te dando banho… E eu não aguentei mais. Só deu tempo de me virar para não acertar nela. A parede do box ganhou uma rodela de leite do tamanho de uma melancia. Ela olhava espantada. Eu estava morrendo de vergonha. — Desculpa, mãe, foi sem querer. Não foi por mal, eu juro… — Tudo bem, eu compreendo, é a idade, filho. Não tem nada não, agora passou. Deixa eu continuar, ainda tenho muito que fazer na cozinha. E voltou a ensaboar o peru. Eu estava me excitando de novo. — Mãe, aí voce já lavou. Pode ensaboar as pernas agora… — Que que tá havendo? Tá grande de novo? Voce não ficou satisfeito? Conta pra mim, filho, voce costuma se masturbar? — SSSSim… — Ah, quantas vezes por semana? duas? tres? — Tres, mãe. E não é por semana, é por dia… — Como é que pode? Tres por dia? Por isso voce não engorda… E como é que vai ser agora? Eu vou ter de fazer pra voce? — Só enquanto eu estiver no gesso, mãe, na hora do banho… Voce só pega, não precisa fazer mais nada… Tá até doendo de tão duro… por favor, mãe… — Está bem, mas voce jura que ninguém vai saber. Se seu pai descobre, me mata. — Voce pensa que eu sou maluco? Não vou contar nem pra mim. Pega nele, mãe, por favor, não me castiga! Ela pegou. Ficou algum tempo só segurando e eu fazendo o que podia para não gozar. Estava tão bom… Ela não era boba, encheu a mão com espuma do sabonete e segurou novamente o pau, só que dessa vez pra cima e pra baixo. De vez em quando, o polegar fazia festinha no buraco de fazer xixi. Não demorou e eu gozei novamente. Só que dessa vez, não deu para me virar. Ela continuava a punheta, esperando eu acabar de gozar. Com a outra mão, aparou todo o esperma que eu despejei. Sem soltar meu pau, ela ficou olhando para a mão que não conseguia reter todo aquele leite. Escorria pelos lados, pelos dedos. — Puxa, quem diria, pra quatorze anos… bem, por hoje, chega. Até tirar o gesso, voce vai se conformar com uma ou duas por dia, no máximo. — Como voce quiser, mãe. Obrigado, mãe, voce é ótima… — Melhor que suas namoradas? — Claro, nunca nenhuma fez tão gostoso. O resto do dia foi um martírio. Nós dois sozinhos em casa, almoçando, vendo televisão, andando de lá pra cá, procurando o que fazer. Praticamente não trocamos uma palavra, parecia que um estava com medo do outro. Papai chegou do trabalho e mamãe foi dar atençao a ele. Eu corri para o banheiro, sentei no vaso e me concentrei nela, semi-nua no box, tocando punheta em mim. Não demorei a gozar. Já não dependia dela, mas ela não precisava saber. Não ia saber mesmo… ——— No meio da noite, acordei sonhando com ela. Meu membro ia explodir, doía muito. Fui para o banheiro, sentei no vaso e fechei os olhos para facilitar a concentração. Estava muito dificil, eu resolvi arriscar e roçar o gesso no peru para ver se ajudava. — Não faz isso, voce vai se ferir! Abri os olhos. Ela estava de pé na minha frente, com um jeito muito assustado. Vestia uma camisola transparente, mas usava a maldita calcinha! — Eu acordei, vi a luz do banheiro acesa e vim apagar. Pensei que alguem tinha esquecido. Aí, vi voce de olhos fechados, gemendo. Que é que voce está querendo fazer? Se machucar? Vê se se controla, menino! — Não dá, mãe, olha como eu estou. Voce acha que alguém consegue dormir nesse estado? Me ajuda, mamãe, por favor… Ela deu um sorriso lindo. Tive medo de gozar naquele momento mesmo e estragar tudo. — Há quanto tempo voce não me chama de mamãe… É só mãe pra cá, mãe pra lá… Eu gosto quando voce me chama de mamãe… Tudo bem, fica em pé e faz de conta que vai fazer xixi. Deixa eu ficar por trás de voce. Ela me abraçou por trás, uma das mãos no meu peito e a outra na barriga. Eu podia sentir o calor dos seios dela se esmagando nas minhas costas. \”Céus, tenho de me segurar! não posso gozar agora, ela pode até rir de mim\”. Sem sentir, encolhi a barriga, como se isso forçasse a mão dela para baixo. Mas ela se encarregou disso. Passou a mão nos meus pelinhos, por fora do pau, foi até o saco, fez um carinho. E eu me segurando, fazendo milagre… Aí, ela foi ao assunto. Palmeou meu penis e começou a correr a mão para frente e para trás. A outra mão alisava meu peito e servia de apoio para que ela se mantivesse colada ao meu corpo. — Tá bom assim, querido? Fecha os olhos de novo, deixa tudo por conta da mamãe… Isso, relaxa… Acho que está no ponto. Tenta gozar dentro do vaso, tá bem, meu amor? Eu não tentei. Não consegui tentar, não era dono dos meus movimentos, do meu corpo. Esguichei para todo canto, a maior lambança… — É, tem de ser no box mesmo. Volta pra cama, eu limpo tudo. Voce gostou? Eu não respondi. Passei os braços engessados na sua cintura e colei minha boca aberta na dela. Ela me empurrou com energia: — Não é por aí, filho. Voce me interpretou mal. Vai pra cama, amanhã a gente conversa! Não tive nem coragem de encará-la. Fui para meu quarto, quase chorando. \”Idiota, estragou tudo! Pensou que era quem? O gostoso? Muito burro mesmo!\”. De manhã, fiquei rolando na cama, acordado. Não tinha coragem de encarar minha mãe. Até que ela entrou no quarto e perguntou se eu não ia tomar café, daqui a pouco já era hora de almoçar. — Vamos só escovar os dentes e lavar o rosto. Depois do café, a gente pensa no banho. É, a coisa estava mal. Ela tinha ficado aborrecida mesmo. Que é que eu podia fazer? Depois do café, sentamos no sofá da sala. Tomei coragem e falei: — Mamãe, desculpa por ontem. É que eu fiquei meio zonzo. Estava tão bom… — Tudo bem, filho, vamos esquecer isso. — O problema é que não dá pra esquecer. Eu tenho de te confessar uma coisa. Voce promete que não vai rir de mim? — Claro que não, querido. Não esqueça que sou sua mãe. — E amiga? — E amiga. Conta, vai… — Mãe, eu sou um tremendo enganador. A única coisa que eu conheço de sexo é ler revistinha de sacanagem e eu nunca tive namorada, nunca ninguem pegou meu peru nem eu nunca beijei na boca. Eu tenho até medo de passar vergonha na primeira vez. — Mas voce quis me beijar na boca. — Com voce é diferente, eu não tenho medo de nada. Deixa eu te beijar agora? Me ensina… — Eu não sei onde estou com a cabeça, menino. Pra que voce foi pular aquele muro? Não fosse isso, e tudo estava normal. Vem cá, vamos ver, faz como ontem… Tá bom, mas não é só pra chupar, voce tem de usar a língua, põe a língua para fora, vou te mostrar… estica mais pra fora, toda ela. Faz careta pra mim… Eu fiz. Ela chegou pertinho e começou a lamber minha língua. Eu quis ajudar, mas ela me mandou ficar quieto. — Deixa comigo, quando for pra voce fazer alguma coisa, eu falo. Tá vendo, a gente lambe a língua um do outro, agora eu vou por tua lingua durinha dentro da minha boca e lambo e chupo ela lá dentro, como se fosse um peruzinho… Tá bom, meu bem? Ela estava com os braços em volta do meu pescoço. Me apertava com força e eu achei que era minha vez. Joguei a língua contra a dela até expulsá-la da minha boca. Inverti os papéis. Agora era eu que lambia a língua dela, as bochechas, o céu da boca… Chupei toda a saliva que consegui tirar dela. Eu estava no céu e acho que ela também, pelo jeito que ela gemia e se roçava em mim. Eu queria abraçá-la, diabo! Aí, ela cortou o barato… — Querido, nós estamos indo longe demais… pra quem começou agora, voce beija muito, muito gostoso mesmo… não precisa ter medo, a primeira menina que voce beijar vai ficar doidinha… agora vamos tomar banho, se bobear voce suja a sala toda… Entramos no box, ela começou a me lavar e eu, a gemer. — Já, filho? — Mãe, hoje tem de ser tres… voce me deixou muito doido… — Depois que já gozou, me chama de mãe… antes, quando precisa, é mamãe… — Desculpa, mamãe, mamãe querida… eu te amo, mamãe, não zanga comigo. Dá um beijo? Assim não, na boca, igual lá na sala… mmmmmmmm… que bom, mamãe, eu te amo… mamãe, tira o soutien, deixa eu ver teus peitinhos? — Não passa o sinal, menino. Voce ja tá todo assanhado de novo… Vou fazer voce gozar na minha mão, vamos ver se assim voce se acalma um pouco. Desgruda de mim, vamos… assim não dá jeito… isso, faz que nem ontem, deixa eu ficar por trás de voce… vamos, se voce obedecer, eu tiro o soutien… isso, assim mesmo… pronto, tá sentindo o peitinho nas tuas costas? se voce for bonzinho, eu deixo voce beijar meus peitinhos depois… Que merda!!! Antes dela pegar meu pau, eu gozei de novo!!! Puta que pariu!!! — É… eu acho que tres vai ser pouco… olha, menino, agora eu é que estou mordida… vamos ver até onde vai o teu tesão, eu vou te fazer gozar até secar! Vira de frente pra mim, chupa minha boca do jeito que eu te ensinei… assim, meu gostosinho… mmmm… voce aprende muito depressa… voce disse que queria ver meus peitinhos… taí, pode ver… dá um beijinho, chupa, faz de conta que é minha língua… mmmm… que gostoso, não pára, chupa assim, o biquinho… mmmm… deixa eu ver como voce está… puxa, já tá querendo de novo? Deixa eu pegar… assim, continua chupando, eu vou fazer voce gozar na minha mão, meu bem… que gostoso, pena voce estar com esse gesso… mas é bom, assim voce não sai do limite, a gente não pode, voce sabe… pronto, goza, goza bastante, de repente voce sossega um pouco… Eu não sabia o que dizer. Acho que nem precisava falar nada. Ela via que eu nunca tinha sido tão feliz assim, tenho certeza. Mandou que eu levantasse os braços e finalmente me deu o banho que tinha sido o pretexto para entrarmos no box. ———– Acordei no meio da noite. Ela estava sentada na beira da minha cama. Pôs o dedo na boca, fazendo sinal para eu não falar nada. Afinal, papai estava no quarto ao lado… Eu já ia me levantar para irmos ao banheiro, mas ela não deixou. Debruçou-se sobre mim, deu um ligeiro beijo na boca e virou o tronco. Pegou meu membro sofredor e o colocou na boca. Uma punheta com a boca! Claro que eu conhecia, já tinha visto centenas nas revistinhas… o que eu não sabia era a diferença da revista pro real… Quando ela começou a trabalhar com a língua na cabeça do pau, tive de tampar a boca para não gritar de prazer… Se não tivesse medo de machucá-la, seguraria sua cabeça com o gancho para que ela ficasse parada, só com o pau na boca. Do jeito que ela estava fazendo, eu não ia segurar o gozo, nem mais um pouquinho. Ai, mamãe, que bom, que gostoso, chupa muito, mamãe… e eu gozei. Joguei tudo naquela boca deliciosa, que continuou a sugar até que sentiu que eu não tinha mais nada para dar. Deu outro beijinho na minha boca e, sem dizer nada, voltou para seu quarto. ————- Acordei tarde de novo. Nem me dei ao trabalho de vestir o short. Entrei no banheiro para urinar e logo depois, ela entrou. — Oi, querido, dormiu pra valer, hein? Continua a fazer seu xixizinho, vou pegar a escova de dentes. Depois vamos pro banhinho? Ela veio por trás de mim. Com a direita, começou a escovar meus dentes. A mão esquerda pegou meu membro e aguardou que eu acabasse de urinar. Depois, jogou a escova na pia e me apertou por trás, massageando a base do pau e o saco, ao mesmo tempo. Eu já estava vendo que não ia dar pra chegar até o box. Quando percebeu que eu estava no limite, ela deu a volta, se sentou na tampa do vaso e engoliu meu cacete. Mesmo sabendo que podia machucá-la, não resisti e coloquei as mãos engessadas sobre sua cabeça, pressionando-a ao meu encontro. Ela não se incomodou com isso, muito pelo contrário, passou as mãos por trás das minhas coxas e apertou tambem. Quando cheguei ao orgasmo, senti que ela estremeceu. Seus movimentos com a cabeça se aceleraram muito e ela esfregava minhas nádegas furiosamente. Acho que ela tambem estava gozando… — Agora vamos pro banho, meu peruzinho doce… — Não, mamãe. Vamos pra cama. Não está certo, só eu gozar, eu quero fazer voce gozar, quero ver voce gozar tambem. — Voce vai saber como é? — Quando eu chupei teus peitinhos, chupei direito, não? Deixa eu te agradar, o que eu estiver fazendo errado, voce ensina. — Não sei se eu devo, filho. Eu sei que não está certo, mas voce é tão… sei lá… vamos, vamos antes que eu mude de idéia! Ela mandou que eu me deitasse na cama e tirou a roupa toda. Nuinha! era a primeira vez que eu via uma mulher toda nua! Esquisito, ela não tinha pentelhos… Lembrava as fotos do Playboy… Ora, e daí? Ficava até melhor para ver de perto… Ela veio, deitou ao meu lado, virou-se sobre mim e juntou a boca à minha. Mas eu não estava muito a fim de beijo na boca, queria muito mais… Dei umas lambidinhas na língua dela e forcei para que ela se deitasse de costas. Abocanhei seus seios, um após o outro, lambendo, chupando, sugando… \”nessa hora a gente devia ter duas bocas\”, pensei, \”afinal são dois peitos\”… Mas o que fazia mais falta eram as mãos. Como eu queria abraçar aquela mulher! Como queria acariciá-la, apertá-la! Ficava dificil até movimentar o corpo sobre ela. Foi meio complicado descer o rosto para sua barriga, mas valeu… na hora que eu passei a língua sobre seu umbigo, ela tremeu, agarrou minha cabeça e começou a gemer mais alto. — Ai, meu amorzinho, voce tá me deixando doida, como voce chupa bem… não dá pra acreditar que eu sou a sua primeira mulher… voce não está mentindo pra mamãe? Quer beijar a pepitinha, quer? Deixa eu ajeitar, querido, está dificil pra voce chegar lá… Ela subiu na cama e arreganhou as coxas,de modo que minha boca caiu direto na sua xereca enxarcada pelo desejo. Eu estava meio perdido, não sabia por onde começar. Na dúvida, fui lambendo aquele suco, procurando o \”buraquinho do xixi\”. — Assim, meu bem, deixa eu te ajudar. Vou abrir bem com a mão, tá vendo, amor? Olha, chupa esse botãozinho bem na tua frente, chupa bem… ai, não morde… assim, bem de leve, só a língua… ai, amor, tá bom demais, voce é ótimo, voce está gostando? Não, não pára, depois voce me diz… Eu estava gostando sim, estava adorando, mas também estava com o pau duro que chegava a doer… Não queria parar, estava tão bom pra ela que era maldade. Mas ela também podia me chupar… Ia ficar melhor ainda… Ou então, quem sabe… … — Mamãe, deixa eu montar em voce, eu quero que voce seja minha mulher de verdade… Ela começou a recusar, mas desistiu. Acho que ela queria ainda mais que eu… — Com os braços assim, não vai dar, querido. Deixa eu ficar por cima, vira de costas pra cama e deixa o resto comigo. Hoje eu acabo com esse teu tesão… e com o meu também… Eu virei, ela veio por cima e foi-se abaixando. Estasiado, eu vi minha piroca desaparecer dentro daquela gruta maravilhosa. Ainda tive cabeça para pensar \”puxa, não enfiei a língua nesse buraquinho lindo. Fica prá próxima\”. Depois disso, a consciência me abandonou. Me entreguei completamente, ela pulava em cima de mim e eu correspondia, levantava o tronco o mais que podia para morder seus seios, seu pescoço, tudo que ela deixasse ao meu alcance. Seus gemidos aumentavam até o ponto em que ela falava \”tô gozando, amor, tô gozando\”, aí ela voltava a miar e ia aumentando o ritmo da cavalgada até que seu rosto se transtornou. Cravou as unhas no meu ombro. — Ai, amor, agora, é agora! Goza comigo, goza, se solta, goza dentro de mim tudo que voce tem pra dar, dá tudo pra mamãe que te ama! Eu gozei muito, demais, não pensei que pudesse ser aquela maravilha… não pensei que fosse possivel ter tanto esperma dentro daquele saco. Aquilo valeu por dez punhetas, por cem! Ficamos pulando, gemendo, gritando até que as forças faltaram. Aí, ela se arriou sobre mim com a boca aberta, enfiou a língua com tanta força na minha boca que eu pensei que fosse chegar na garganta. Ficamos muito tempo nos beijando, depois ela descansou o rosto colado ao meu e permanecemos em silêncio, imóveis, um ouvindo a respiração do outro. — Eu te amo, mamãe. — Eu te amo, filhinho. Mamãe ganhou um amante, mas minha turma perdeu um lider. Nunca mais eu ia pular aquele muro…

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